segunda-feira, 29 de junho de 2015

Falando de Podcast: Guia Básico em Curitiba

Mais de trezentas pessoas estiveram presentes na Livraria Cultura do Shopping Curitiba para o lançamento regional do livro Podcast: Guia Básico, escrito por Leo Lopes e que contou com a colaboração de Thiago Miro.

A Marsupial Editora, de Lucio Luiz, já havia lançado o livro Reflexões Sobre o Podcast: uma obra que foi pioneira no país ao reunir 10 autores da podosfera para esclarecer definições e falar sobre suas experiências com podcast.

Mantendo-se na vanguarda, o livro de Leo Lopes inova também ao ser a primeira publicação impressa do país voltada exclusivamente a ensinar como produzir podcasts. Com um texto objetivo e ilustrações que fazem referência direta a outros podcasters, o Podcast: Guia Básico, consegue direcionar os curiosos na realização de um produto com qualidade profissional.

O lançamento reuniu o autor em um bate-papo com os consagrados nerds do Nerdcast: Jovem Nerd e Azaghal e esta combinação fez com que a capacidade do Teatro Eva Herz fosse preenchida facilmente, além das pessoas que esperaram pacientemente na fila para autografar seus livros.

De forma leve e descontraída, o trio não apenas dialogou com o público como trouxe Daniel, um jovem de apenas 13 anos, da platéia para o palco. (pensa num piá feliz)

Fila de entrada para o auditório da Livraria Cultura

Fila de entrada para o auditório da Livraria Cultura

Auditório lotado

Auditório lotado

Kell Bonassoli tirando fotinha com todos. Na foto: Jovem Nerd, Lúcio Luiz, Kell Bonassoli, Leo Lopes, Portuguesa e Azaghal.

Kell Bonassoli tirando fotinha com todos. Na foto: Jovem Nerd, Lúcio Luiz, Kell Bonassoli, Leo Lopes, Portuguesa e Azaghal.

A conversa durou aproximadamente uma hora (15:00-16:00) e o trio ficou autografando e tirando fotos até às 19:00. Aliás, as fotos oficiais serão divulgadas na fan page da Marsupial Editora.

Espero que esse livro ajude cada vez mais gente a se interessar em fazer podcast e ajudar a mídia a crescer com profissionalismo e qualidade.

– disse o editor Lucio Luiz

Aproximadamente metade dos presentes estava com o guia podcastal em mãos, além disto, muitos aproveitaram para autografar produtos já adquiridos da dupla do site Jovem Nerd.

Foi uma tarde divertida, agradável e que surpreendeu ao tirar tantos curitibanos de suas casas em prol de suas nerdices.



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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Meu podcast favorito me pediu dinheiro, o que eu faço?

Vários podcasts, e não apenas eles, tem lançado projetos de patrocínio direto pelos ouvintes. Muitos usando a plataforma do Patreon, mas também usam PayPal, Pag Seguro, depósito em conta ou qualquer outra ferramenta que possa existir.

Como reagi a isso? Aderi imediatamente!

Acredito que se há algo que tem o potencial de mostrar o quão revolucionário e diferente a internet pode ser é o patrocínio direto de produtores de conteúdo. É uma das melhores formas de nós, consumidores/ouvintes, dizermos o que queremos, sem que o produtor de conteúdo, e por consequência os consumidores, tenha que se sujeitar às vontades de uma empresa patrocinadora.

Porque não adianta dizer que não gosto do rumo que um podcast está tomando se quem paga as contas do servidor, equipamentos, etc e tal é a empresa que o patrocina. É ela que vai ditar as regras e não o ouvinte.

É o que acontece nas mídias tradicionais, onde a dependência do patrocínio de empresas e de governos, a ponto desta dependência comprometer seu conteúdo.

Mas agora eu posso dizer: olha, seu podcast é o que quero ouvir e vou te patrocinar. Ou não é o que quero e, sinto muito, ficará sem o meu dinheiro. Sim, neste caso vou agir exatamente como uma marca de sabão em pó, uma fábrica de carros ou uma distribuidora de filmes agiria: vou financiar o que me interessa.

Escolhendo e definindo o que patrocinar:

Como entusiasta de podcasts vou sempre incentivar o financiamento direto. Mas como disse, isso não significa que eu vá aderir a qualquer tipo de pedido de patrocínio.

Primeiro porque ainda não ganhei na megasena acumulada de Ano Novo. Segundo porque não são todos os tipos de conteúdo que eu gostaria de patrocinar.

Sobre a primeira questão, fiz o que qualquer um deve fazer e, se não o fizeram, recomendo que façam: peguei meu orçamento mensal, fiz as contas do quanto poderia e acho razoável gastar com este patrocínio. E no momento isso pode chegar a U$ 40,00, desde que não ultrapasse a barreira dos R$ 4,00. Usei o dólar como referência por ser esta a moeda usada no Patreon, a plataforma mais conhecida atualmente. Este é o valor que acho razoável no MEU orçamento. Cada um deve fazer suas contas e achar o valor que cabe no bolso.

Estabelecido isso, entra o segundo ponto: quais podcasts patrocinar? E quanto de dinheiro devo destinar a cada um. Eu poderia patrocinar 40 podcasts com U$ 1,00 pra cada, e isso poderia parecer justo. Mas não escuto 40 podcasts, e nem todos os que escuto aderiram a este tipo de patrocínio.
Já que os critérios de escolha são pessoais, então não vou expor todos os meus aqui. Vou expor dois que acredito serem o mínimo a se observar:

  • Exposição clara dos motivos do patrocínio e onde será gasto o valor arrecadado. Transparência é essencial. E se no valor o podcaster incluir a possibilidade de poder viver apenas do podcast, acho isso plenamente válido. Mas deve deixar isso claro.
  • Sinceridade e compromisso com o ouvinte. Algo que só posso ter alguma ideia ouvindo os podcasts há algum tempo, interagir e, com isso, perceber se existe ou não.

Com isso já escolhi 7 projetos até o momento.

E ao fazer esta escolha de podcasts a financiar também me impus uma condição: parar de patrocinar qualquer podcast que mude de linha abruptamente sem me avisar e receber meu O.K. ou que tenha queda de qualidade no conteúdo. Pode não ser um critério importante para todos, mas para mim é.

Afinal, é o meu dinheiro que está sendo investido ali, e é bom que me agradem. Nisso vou ser como qualquer empresa que resolva patrocinar o podcast.

Agora vem outra questão:

Porquê um relato tão pessoal?

Simples: porque gostaria que mais pessoas aderissem a esta forma de patrocínio. Ou financiamento. Tanto pelas razões que expus no começo deste artigo, como também porque há muitos projetos bons que merecem financiamento. Não conheço todos e não posso financiar todos.

Não acredito que deva ser a única forma de financiamento de podcasts, mas é mais uma opção. E uma boa opção.



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Feed RSS: Entenda o que é e como funciona

O Feed RSS é uma tecnologia que propicia o formato de distribuição de arquivos de áudio, os quais chamamos de podcasts. Para muitos isso ainda é um bicho de sete cabeças. E realmente pode ser mesmo.

Para você, podcaster, é essencial conhecer sua ferramenta de trabalho, pelo menos suas bases, mesmo que você nunca seja solicitado a colocar esse conhecimento em prática. OU então pague para alguém que sabe fazer no seu lugar.

Você, ouvinte, não precisa saber como funciona. Para você ele apenas precisa que seu agregador exiba um episódio novo quando estiver disponível. Porém, se acaso tiver curiosidade em ter esse tipo de conhecimento, continue a leitura.

O episódio #7 do Psicolog Podcast, apresentado pelo Pablo de Assis, recebeu o Leonardo Mitocôndria, apresentador do Papo Lendário, para falar sobre seu TCC baseado na tecnologia do feed rss e podcasts.

Em 1h40 você concluirá o episódio com todo o conhecimento necessário do que é, como surgiu, dentre outras informações sobre Feed. E ainda de bônus, informações sobre o Dia do Podcast.

Clique para ir ouvir: http://ift.tt/1daPh06



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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Skype Web para navegadores

Está disponível para uso em todo o mundo a versão para navegadores do Skype. Alguns bugs podem ser apresentados durante as chamadas, mas as correções do plugin que usará os microfones e fones de ouvidos já estão prometidas pela Microsoft, conforme aviso exibido no primeiro acesso ao serviço web.

Para utilizar o serviço, acesse web.skype.com, logue com a sua conta e comece a usar normalmente.

Qual a vantagem do Skype Web para podcasters?

Em caso de gravação em locais diferentes do que costumamos não precisaremos instalar um programa e acessar com nossa conta em um computador desconhecido.

O mesmo vale para quando tivermos um convidado que não possua uma conta no Skype, a versão web facilitará pelo fato de não termos que solicitar uma nova instalação em seu computador.

skype para web



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Sou e sempre serei um podcaster amador

Penso que AMADOR (pelo menos na acepção que damos em se tratando de podcast) é alguém que faz aquilo que AMA, ou seja, falar de um assunto (ou vários) do qual gosta e /ou domina, ou pelo menos tem interesse.

Quando comecei a publicar o Papo Filosófico, o fiz por sentir falta de podcast com uma temática mais “séria” ou pelo menos que se aprofundasse em certos assuntos. E naquela época, 2012, o único que se encaixava no que eu gostaria de encontrar era o WeRGeeks (atualmente UltraGeek) que apesar do tom descontraído e brincalhão sabia abordar com seriedade e inteligência os assuntos que demandavam esse tipo de abordagem.

Logo em seguida descobri o NPC, o TelhaCast, Mitografias e o Fronteiras da Ciência, que iam no mesmo sentido, cada um com sua forma peculiar. Tive que parar de publicar o Papo Filosófico por falta de tempo, mas principalmente pela dificuldade de encontrar e/ou sincronizar agendas das pessoas para poder gravar os episódios.

Continuei ouvindo podcasts e ainda durante as gravações/publicações do Papo Filosófico percebi que havia uma tendência muito forte e uma demanda muito grande dos ouvintes por discussões e explicações sobre textos, termos, decisões e contextos jurídicos.

Assim, percebi que muitas pessoas estavam discutindo temas sem a devida base para tanto. Discutiam Maioridade Penal sem a menor noção dos conceitos de Imputabilidade ou sobre a Teoria do Delito e da Pena. Foi então que comecei e pensar em fazer um Podcast Jurídico, ou voltado para leigos mas com temática jurídica. Nesse momento o grande desafio foi encontrar um FORATO que fosse atraente, com um conteúdo didático e um certo rigor científico sem ser chato e acabar cansando os ouvintes.

podcaster gravando em uma cadeira e mesa. Decidi então que faria episódios curtos, de no máximo 20 minutos de duração a abordaria/explicaria as principais notícias e discussões que estivessem “bombando” nas redes sociais e na mídia tradicional de forma que o ouvinte fosse capaz de entender o contexto, mesmo sem formação jurídica. Foi assim que surgiu a ideia do LexCast.

Mas, por trás disso tudo, existe um desejo de servir à sociedade, de oferecer algo de forma gratuita com a finalidade de orientar e educar as pessoas que estivessem buscando por esse tipo de conteúdo. E é justamente essa contribuição, sem qualquer finalidade lucrativa que me motiva a continuar. É a sensação do dever cumprido e a felicidade de ser útil aos demais membros da sociedade.

Mas acho que isso já é um hábito adquirido ao longo de mais de 25 anos de serviço público. Foi lá no TJAM.JUS.BR onde, depois de muitos anos refletindo, cheguei à conclusão de que eu pessoalmente poderia fazer muito pouco para resolver o problema de quem quer que fosse lá buscar ajuda, mas eu poderia pelo menos receber a pessoa com um sorriso no rosto, dar a ela toda a atenção que ela precisava, nem que isso se resumisse apenas à ouvi-la com atenção e ao final me restringir apenas à uma resposta negativa.

Isso porque percebi que muitas pessoas que chegam ao serviço público, já chegam ali cansadas de serem tratadas (ou maltratadas) como se estivessem ali recebendo um favor, uma caridade e não um serviço.

Então seja no serviço público, sejam nos episódios que publico, minha satisfação vem do fato que faço o que faço por AMOR, por ser um AMADOR e consegui aliar o prazer da prestação de um serviço PÚBLICO com o de ensinar e orientar que quer ou precisa do tipo de conteúdo que eu posso oferecer.

Talvez, justamente a estabilidade e a remuneração que recebo como servidor público me permitam, chegar em casa às sextas feiras e dedicar 3 ou 4 horas da madrugada de sexta para sábado gravando, editando e publicando.

Assim, profissionalização, no que se refere ao fato de transformar algo que eu faço por AMOR em algo que seja feito em troca de dinheiro é algo que não se deva ou não possa fazer, ou que de qualquer forma possa ser considerado moralmente errado.

É apenas a minha opção. Mas devo confessar que não fico muito à vontade consumindo conteúdos que tenha um alto grau opinativo, quando isso é feito por um “profissional”.

Não sei descrever exatamente, mas “eu não levo muita fé” em quem omite uma opinião, tendo sido pago para fazer isso. Ou seja: qual o grau de isenção dessa opinião? Afinal alguém que foi pago para falar alguma coisa não poder ir contra os interesses de quem pagou.

Temos visto isso na mídia tradicional, onde os veículos de comunicação se transformaram em meras agências de propaganda ideológica, manipulando os fatos e transmitindo as informações de maneira, no mínimo, incoerente com os fatos concretos.

Daí vem novamente a pergunta: qual a credibilidade dessa informação e do seu conteúdo? Ao meu ver, nenhuma.

Talvez, até por isso, pode ser verdade o que se tem dito sobre a audiência da TV Globo que segundo o que se comenta nas redes sociais, vem perdendo audiência dia após dia, e junto com a audiência perde também a credibilidade que possuía junto à opinião pública.

podcaster ajustando euqipamentosNesse ponto eu concordo com quem diz que melhor seria se a Globo assumisse/definisse publicamente as ideologias que defende e que lhe interessam, até porque nada há de errado nisso, visto que mesmo empresas (leia-se pessoas jurídicas) enquanto associação de pessoas tem o direito de defender este ou aquele interesse, esta ou aquela ideologia, pelo menos em um Estado Democrático de Direito, desde que o faça de maneira clara e transparente, já que é regra de qualquer tipo de sociedade a lealdade entre seus membros.

E é justamente por uma questão de lealdade a mim mesmo que optei por não disponibilizar um produto comercial.

Não que eu não possa eventualmente divulgar produtos ou serviços ou mesmo produzir episódio patrocinados, mas se isso for feito será sempre depois de ter testado ou consumido o produto e por acreditar que tal produto ou serviço mereça ser divulgado e compartilhado com os ouvintes.

E no sentido inverso, nada me impede de divulgar produtos ou serviços independentemente de contraprestação financeira, quando eu acreditar que devam ser divulgados.

Acredito que assim poderei continuar fazendo o que que faço com AMOR, como um AMADOR e apresentar aos ouvintes algo de qualidade, com credibilidade, que informe e oriente sem esperar nada em troca, já que esse é o sentimento de quem AMA.

 



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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Regulagem da sensibilidade do microfone no Skype

Aprenda neste tutorial em vídeo como fazer a regulagem corretamente da sensibilidade do microfone para gravações via Skype visando a melhor qualidade do áudio e a mínima captação de ruídos ambientes além da sua própria voz.

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segunda-feira, 1 de junho de 2015

Po(D)ema #113 – O que faltava ao peixe?

  • Texto: O que faltava ao peixe?
  • Autor: Marcelo Milani
  • Interpretação: Marcelo Milani
  • Música: Trilha de abertura da série Cosmos
  • Duração: 1min

Arte da vitrine: Rodrigo Sena

Marcelo Millani

O que faltava ao peixe?

O que faltava ao peixe?
O que faltava ao peixe?
Eu ainda não sei
Sei que sofres calado
E por isso eu chorei

Em volto no mar
Perdido no oceano
Procura lugar seguro
Mas que ledo engano

Nada atrás de sonhos
Em busca de migalhas de pão
Sem saber que a mão que o alimenta
Também lhe busca com arpão

Agora fisgado no anzol
Vê a vida de fininho se acabar
Na ponta da agulha finda a vida
Pois nos pulmões acabou o ar

O que faltava ao peixe?
Eu ainda não sei
Sei que temos muito em comum
E por isso eu chorei

O que faltava ao peixe?



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