segunda-feira, 27 de abril de 2015

Heimdall Podcast Recorder

O Heimdall Podcast Recorder é um programa desenvolvido para facilitar o processo de gravação de podcasts. Trata-se de um aplicativo intuitivo, de simples utilização até mesmo para pessoas que nunca gravaram podcasts antes. Tudo em uma interface limpa com apenas um botão.

O aplicativo faz a gravação do áudio diretamente do computador, sem sofrer compressão de softwares como o Skype. Ao término da gravação, o Heimdall PR realiza o upload do arquivo automaticamente. Fazendo, assim, com que os participantes de um episódio não necessitem ter conhecimentos técnicos de gravação e envio.

Nós utilizamos o programa durante a gravação do episódio #100 do Telhacast. Tudo correu perfeitamente bem, recebi os arquivos de áudio corretamente e com perfeita qualidade. Ainda é possível gravar em formatos Mp3 ou Wav, com taxas variantes de BitRate (32kbps a 320kbps).

Interface do Heimdall Podcaster Recoder

Interface do aplicativo Heimdall Podcast Recorder

  • Na primeira tela do aplicativo, apenas seleciona-se o driver correto do microfone e clica-se em gravar.
  • Na segunda tela, a gravação segue. O botão finalizar encerra a gravação.
  • Na terceira tela, o upload do arquivo para o servidor automaticamente ao término da gravação.

Funcionamento

O funcionamento do aplicativo é simples. Ao adquirir sua licença, você terá acesso a uma interface onde irá inserir os dados de FTP do seu servidor, o local para onde as gravações serão enviadas. Feito isto, você receberá um número serial onde cada participante deverá inserir esse número no aplicativo antes de começar a gravar. Esse serial indicará ao programa para onde ele deve enviar os arquivos através de uma conexão com o servidor do Heimdall.

Licenças

As licenças começaram a serem vendidas através do site Kickante com valores variantes de acordo com a necessidade de cada podcast.

Para ver valores e adquirir uma licença para seu podcast(s) acesse:
http://ift.tt/1EffIMM

O pagamento pode ser feito em até 6x.

Recompensas

Além das licenças, você também pode ser premiado com algumas recompensas.

Dentre as recompensas estão participações em podcasts, definições de temas etc. Diversos podcasts estão aderindo dia-a-dia e nós certamente não ficaríamos de fora.

O Mundo Podcast disponibilizou as seguintes recompensas para podcasters/ouvintes/leitores que queiram fazer parte deste projeto:

Por R$80 você escolherá o tema* e participará de um episódio do Telhacast. 1 vaga.

Ouvinte Telhacast
*O tema deve ter relação com a proposta do podcast.

Por R$60 você terá acesso a nossas futuras pautas e poderá escolher uma para participar. 1 vaga.

Ouvinte Telhacast

Por R$50 você terá um post para divulgação do seu podcast. 5 vagas.

Leitor Mundo podcast

  • Serão 5 oportunidades para divulgar seu podcasts para mais de 30 mil pessoas na home do site.
  • O post divulgação do seu podcast será publicado em todas as nossas redes sociais no dia e horário de sua preferência.
  • Cada um dos posts será postado com intervalo de 15 dias, na ordem em que comprarem o pacote.

 



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sexta-feira, 24 de abril de 2015

O Limite da Originalidade Podcastal

Qual a linha entre a inspiração e a cópia? Vai muito da originalidade da abordagem. Você pode ter inspiração de algo, mas criar algo diferente e se destacar por isso… Por exemplo, vamos pegar uma categoria de podcast muito comum no cenário: Cinema. Para existir esta demanda gigantesca de podcasts de cinema é porque houve um precursor. Não digo que ele deveria ser o único (mesmo porque isto configuraria “crime de monopólio”), mas os que surgiram depois se inspiraram nele para fazer os seus, seja direta ou indiretamente.

Existem os que o superaram, que refinaram sua abordagem e se tornaram algo único e melhor; existem os que se igualaram em importância; mas também existem aqueles que por serem uma cópia da inspiração se tornaram um subproduto sem identidade e sem importância.

Originalidade

“Ah, Seu Mota, seu chato do cacete! Então como é que o cara vira algo original e não uma cópia?”.

Primeiramente, Gafanhoto, saiba que não existe NADA original. Nem você. Tu és o fruto da combinação de dois indivíduos, você não surgiu do nada, de uma vontade divina sem fontes. O que te torna original são as inspirações que você vive na sua vida. Costumo dizer que somos um retalho do que vivemos, uma colagem do que passamos. Mas nem por isso meu retalho tem que esquentar como o que ele era antes ou eu devo compor um cenário do recorte daquela colagem. Na verdade, não devemos ser o que outras pessoas foram.

“Ah, então é aí que eu te pego pelo rabo, Seu Mota: eu posso fazer um programa como o Nerdcast, mas com integrantes diferentes, e dizer que sou original, porque as pessoas são outras e as opiniões são outras”.

Para começar, jovem padawan, no momento em que você cogita “fazer um programa como o podcast ‘x'”, já mostra que você não está se esforçando. O passo correto é você pensar: “Será que eu realmente agregaria algo de DIFERENTE do que foi dito no outro podcast? Ou será que isso é uma necessidade minha de me inserir num meio que gosto, mas para falar a mesma coisa?” O conceito do “Mais-do-Mesmo” é justamente este: a real necessidade de criar algo que já existe aos borbotões. desenho de homem apontando para a esquerda e dizendo: originalSe for fazer algo que já exista, não faça! Pare, pense e conclua: como posso remodelar isso para eu ter algum diferencial, que eu realmente agregue valor? Não faça nada por fazer. Faça com uma missão que outro pelotão já não esteja lutando.

“Então você está dizendo que é errado fazer podcast inspirado, Seu Mota? ‘O Chá dos Cinco‘ mesmo é um programa que parece muito com ‘A Voz do Robô’ do MRG”. Bom ponto, nobre diplomata!acho que este é o tipo de discussão que devemos ter. Eu sempre fui um grande fã do MRG justamente pelos seus efeitos sonoros. Acho que eles são a reação do público ou estopim de interação intelectual ante uma informação. Com o tempo o MRG foi diminuindo o número de efeitos sonoros e isto foi me deixando triste, menos inserido no grupo. E logo pensei que outras pessoas poderiam estar na mesma situação que eu. Então foi criado um programa chamado “X-Drops”, sobre listas de melhores e piores que eu apresentava com Wendson Chaper e Arides Luna. Não durou muito porque era Web Rádio, mas foi importante para eu criar “O Chá dos Cinco” que tinha uma proposta de notícias bizarras com efeitos sonoros.

“Mas como fazer isso sem ofender o MRG?”, eu pensei. E a resposta veio simples: vamos dar um cunho cultural ao programa, vamos utilizar como tema datas comemorativas bizarras que existem de verdade e usar isso para interagir com nosso público através das notícias absurdas. O que virou uma brincadeira de adivinhação nos comentários virou premiação para o público vir participar conosco. Mas acima de tudo, o Chá dos Cinco sempre tem a proposta de divulgar a podosfera trazendo podcasts diferentes a cada edição, para difundir a mídia.

Mas acredite, leitor(a): a podosfera é desunida (isso quando não é segregadora). Fomos rejeitados por muitos podcasters a participar (enquanto outros vinham felizes para se divertir conosco), outros começaram a “cagar” (desculpe o termo) na nossa cabeça após entenderem errado a proposta de um spin off mesmo (Podosfera, uma mídia feita de egos)… Mas, acima de tudo, procuramos nos distanciar da nossa inspiração fazendo algo além do que se propunham a fazer. Tanto é que ganhamos a nossa própria cara, nossa identidade.

Você quer ter a sua cara ou ser um clone de alguém, viver à sombra de uma criação de terceiros?

Thiago Miro diz que um podcast não nasce pronto, mas que ele vai se moldando. Acredito que isso é possível, sim. Mas por que ir se moldando se você já pode ter uma cara definida desde o começo? Não faça como o pintor de arte moderna que compõe sua tela e o que sair dali é sua obra-prima; faça como Michelangelo, que já via a forma da estátua que faria diretamente na pedra bruta de mármore. Esforce-se para sair de casa pronto, com uma proposta. Tendo um programa de inspiração, você já saberá que rumos pode tomar.

Porém, o mais legal, é você buscar pelos rumos que o programa da sua inspiração NÃO tomou. Desafie-se! Ouse. PENSE! E acima de tudo, execute na hora certa. Não libere algo que esteja abaixo de um controle de qualidade bom. Ou você acha que todos os podcasts #01 lançados são os primeiros gravados e editados? Raros são assim (falo os de qualidade, ok? Não esses que ficam para traz na evolução). Então experimente, treine e só lance quando tiver certeza que aquilo é único.

Cópia

Falamos muito da inspiração, mas nada muito aprofundado sobre A CÓPIA, né?

Então acho que vale um comparativo antes de partirmos para análise em si. Antes de sermos podcasters, somos ouvintes, assim como todo professor já foi aluno. A gente sabe como o ouvinte se sente amigo da equipe do podcast que escuta e que gostaria de produzir algo para estar naquele grupo (não é a “Panela”. Esse é assunto prum outro post). Para isso, o ouvinte acredita que tendo know how de podcasts ouvidos estaria preparado para fazer seu próprio podcast. Aí ele vem e pode acertar de cara (o que é muito raro, normalmente executado por pessoas que estudaram muito antes) ou pode ser muito, muito vergonhoso (o que é mais do que comum.

Podcasts vergonha-alheia: quem nunca ouviu um que quebre o primeiro feed).

E normalmente este que é uma cópia… tende a uma boa repercussão de público porque ele simula o que os outros estão a fim de continuar escutando, o que gera uma estagnação intelectual e moral muito grande na podosfera. Mas esse assunto é um papo que levamos num post anterior.

A cópia de um podcast em seu formato, proposta e até modelos de equipe não só é uma ofensa ao seu público como também uma ofensa a seus ~colegas~ de mídia, pois você se torna um perpetuador de uma ideia engessada. A cópia é um câncer criativo que limita as pessoas e inflaciona o seu produto. A inflação torna o produto excessivo e colocando no balaio programas bons, pois ele será julgado pelo todo.

bonecos masculinos de cor preta enfileirados lado-a-lado com um único na cor laranja e os dizeres: seja diferente

Inclusive, este é um dos motivos pelos quais a mídia podcast tem um crescimento tão moroso no Brasil: pois o que não é tratado a sério, não é levado a sério. Então a dica para se criar um podcast é: seja participante de um podcast antes, contribua com conteúdo: escreva, monte pauta, aprenda a editar, faça vitrines, monte posts, crie feeds manuais, dê suporte ao host, seja um líder carismático e acima de tudo TENHA CERTEZA que você tem algo bom a falar.

Quando você entende todas as etapas (como num estágio mesmo) você vai entender o trabalho que dá criar e manter um podcast e terá muito mais respeito por ele. E, acima de tudo, não será uma cópia de algo que já existe. Ele será uma inspiração de uma vivência.

No fim das contas, inspire-se, mas tenha certeza de não tomar uma decisão precipitada. Como diz Paulo Tiefenthaler: “Quer trepar sem camisinha? Delícia… mas pode dar merda!



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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Democracia Podcastal: Uma Faca de Dois Gumes

Esse texto é especial para os podcasters, mas também pode servir para você, ouvinte. Quem sabe você não se posiciona melhor em relação às críticas ao seu podcast favorito ou ao que tem potencial, porém não te agradou. Então vamos começar com conceitos: críticas construtivas e destrutivas.

Ouvintes

A crítica construtiva não é aquela que vem só pra elogiar. Muito pelo contrário: é aquela crítica que vem apontar determinadas falhas no conteúdo, mas com o intuito de gerar melhorias. Ou seja: nada de palavrões, xingar, comparar com outro podcast dizendo que o outro fez melhor (pois já conversamos antes sobre cópia e inspiração) e coisas de criancinha mimada, sabe? Crítica construtiva é você apontar – EDUCADAMENTE – o trecho que não esteve do seu agrado e SUGERIR como poderia ser melhor abordado. E a melhor forma de dizer isso, é inserir o clássico “Vocês falaram sobre X, Y e z, mas esqueceram de informar tal coisa, que é muito importante também”.

OuvinteO podcaster vai receber isso como um bom apontamento e se dedicar mais na próxima montagem de pauta. Basicamente a crítica construtiva é aquela análise onde apontamos o defeito e ajudamos a consertar.

A crítica destrutiva é a mais comum que existe, muito difundida pelos indivíduos chamados HATERS! Como disse no meu primeiro post, a internet permitiu – através de sua democracia ampla que dá voz inclusive a quem deveria ficar calado – que muitas pessoas se escondessem atrás de seus teclados para desferir agressões à distância. Seja porque o ~camarada~ é um devoto obtuso de um programa e acha que o pessoal que sua produção é única, seja porque ele não aceita críticas aos seus ídolos podcastais jogadores de bocha ou simplesmente pelo prazer de infligir revolta a todos. Isto é problema sério de retenção anal, pois só consegue a atenção dos outros quando vem pra “causar”, como dizem.

Este é o tipo de indivíduo que, acima de tudo, se sente ameaçado em sua zona de conforto. O sujeito que diminui os outros para se enaltecer ou ainda instiga uma briga pra ver o circo pegando fogo. Qualquer coisa que venha de maneira ofensiva e sem sugestões de melhoria é digno de nada mais, nada menos do que exclusão de comentário e bloqueio de IP. Afinal, só porque o podcast é de graça não te dá direito de transformá-lo num pardieiro. Isso não é problema de ego do podcaster: é critério de educação.

Podcasters

Falamos das linhas que um ouvinte deve ou não seguir para ter uma boa participação e entrosamento com seus amados podcasters. Agora, vamos falar COM os podcasters. Vocês também devem ter mais critérios para orientar o crescimento do seu produto. Isso se dá a quais comentários devem influenciar a manutenção do seu produto: os comentários de ouvintes “papai” ou “mamãe”? Vamos a eles:

Podcaster“Ouvintes Mamãe” são aqueles ouvintes que sempre vêm na sua página pra se rasgar em elogios, atribuindo belos nomes a tudo o que você faz e fazendo com que você sempre acredite que está tudo um mar de rosas no seu podcast… Quando na verdade tem coisa que não condiz com o discurso positivista dela. O “ouvinte mamãe” acha que está ajudando quando, na verdade, está prejudicando o desenvolvimento do podcast. É aquele público que te protege da realidade do cenário da produção de conteúdo e que te estagna naquela calmaria que está acostumado a ouvir. Ele nem faz isso por mal, mas acaba fazendo. Aceite de braços abertos os elogios do ouvinte mamãe, mas saiba que até a mãe do jogador Amaral dizia que ele era bonito.

“Ouvintes Papai” são aqueles que dizem a verdade, mas pro seu bem. É aquele que vai te dar o toque do que tá bom e do que tá ruim, com um argumento embasado e que vai perguntar se você já fez o dever de casa direitinho… Mas ele te ama. Entenda que a pessoa que te avisa de algo errado é a pessoa que quer que você faça o certo. Do contrário ele deixaria que você se consumisse em sua própria mediocridade tendendo ao fracasso. Um ouvinte papai, com críticas construtivas, é o comentador perfeito pra qualquer podcast.

Vencedor é aquele que sabe o quão ruim é o gosto da derrota, mas sabe quando a mereceu. Aceite sua derrota como um vencedor, ciente de que fez o seu melhor e de que mesmo com uma crítica negativa não quer dizer que ela tenha que ser destrutiva. Ela está ali para que você entenda o desafio do percurso.



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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Po(D)ema #112 – Meu violão e você

  • Música: Temporal – Fernando Deghi
  • Duração: 2min29s

Arte da vitrine: Rodrigo Sena

Jorger Drextler - Meu violão e vocÊ

Meu violão e você

Viva à ciência
Viva à poesia
Viva quando sinto minha língua
Quando sua língua está sobre a minha

A água está no barro
O barro está no tijolo
O tijolo está na parede
E na parede, sua fotografia

É verdade que não há arte sem emoção
E não há precisão sem arte
Como, tampouco não há violões sem tecnologia
Tecnologia do nylon para as cordas
Tecnologia do metal para o cabeçote
A prensa, a goiva, o verniz
As ferramentas de um carpinteiro.

O compositor e seu computador
O pastor e sua navalha
O despertador que já está anunciando a aurora
E o telescópio que se demora na última estrela

A máquina faz o homem
E ela é o que o homem faz com ela

O arado, a roda, o moinho
A mesa em que ponho o copo de vinho
As curvas da montanha-russa
A semicolcheia e até mesmo a semifusa

O chá, as calculadoras e os espelhos
A casinha do cachorro, a manteiga
A erva, o mate e a bomba.

Está comigo
Estamos cantando na sobra de nossa videira
Uma canção que diz que só se conserva aquilo que não se amarra
E sem te ter, eu tenho você e o meu violão

Há tantas coisas
E eu só preciso de duas, meu violão e você
Meu violão e você

Há cinemas
Há trens
Há panelas
Há fórmulas até para descrever a espiral de um caracol
Há mais: há tráfego
Créditos
Cláusulas
Salas Vip
Há cápsulas hipnóticas e tomografias computadorizadas
Existem condições para a construção de uma sociedade anônima
Há garrafas e obuses
Há tabus
Há beijos
Há fome e há o sobrepeso
Há soníferos e chás de ervas
Há drogas sintéticas e cachorros viciados em drogas nas alfândegas

Há mãos capazes de fabricar ferramentas
Com as quais se fazem máquinas para fazer computadores
Que, por sua vez, projetam máquinas que fazem ferramentas
Para que se usem nas mãos

Há infinitas palavras escritas
Zen, gol, bang, rap, Deus, fim.

Há tantas coisas
Eu só preciso de duas
Meu violão e você
Meu violão e você



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Podcasts na revista VEJA – Leia a matéria

A mídia podcast foi destaque de uma matéria de quatro páginas na revista VEJA, publicada em 15 de abril de 2015. Na reportagem, o jornalista Bruno Meier, destaca  como o podcast tem ganhado espaço no Brasil com seu estilo próprio e variedade de temas.

Em termos de visibilidade, estamos falando de milhões, podemos agradecer a revista por ajudar a mídia a se tornar um pouco mais conhecida. :)

Leia a matéria da VEJA completa.

Clique nas imagens para ampliá-las.

Página 94 e 94 da revista VEJA de 15/04/2015 - Clique para ampliar

Páginas 94 e 94 da revista publicada em 15/04/2015 – Clique para ampliar

Páginas 96 e 97 da revista VEJA de 15/04/2015 - Clique para ampliá-la

Páginas 96 e 97 da revista publicada em 15/04/2015 – Clique para ampliá-la

A edição completa pode ser lida no acervo da VEJA.



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